Bem vindos ao meu blog

Trama

 

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Como bom bicho da seda o escritor tece sua
Trama.
Fio a fio, linha a linha, ponto a ponto.
Cortando, entrelaçando contextuando.
Assim produz belos tecidos.
Tecidos que é pura arte, Tecidos que é pura moda.
Que se ajusta, que se molda a pele e que toca os sentidos.
Somos o que vestimos, somos o que pensamos.
Somos o que lemos ou escrevemos.
O pensamento cria.
O sentimento atrai.
E a o escritor faz existir pela sua trama.
Aquilo que não existe.

cronn

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Poesia, falando com a lua

A lua já inspirou poetas e artista do mundo todo, a lua é o símbolo dos apaixonados, mesmo quando estamos longe daquelas pessoas que amamos podemos sentir que a outra pessoa esta conectada a nós.

Numa noite estrelada, ouvindo o som do mar, contemplando a luz da lua, ficamos muito sensíveis e podemos sentir.

Eu tive uma profunda inspiração para escrever esta poesia, quando estamos inspirados nossos pensamentos fluem como um rio e a emoção rola solta.

Estou com muita inspiração e voltei a pintar, algo que faço mais como Hobby e não com pretensão de fazer nome como artista das artes plásticas.

Eu gosto de natureza morta e acho que preciso pintar mais estes temas no qual tenho bastante afinidade, gostos das pinceladas soltas, sem me prender a forma, mas tentando capturar a luz
Girassóis não é um tema fácil de pintar, na verdade eu nunca fico satisfeito com o resultado, preciso mais treino.
Pintar Barcos sempre é uma boa opção, principalmente os mais impressionistas, não se prendendo a perfeição do traço, mas da captura da luz e de como ela deforma os objetos.
Água é sempre uma boa opção também, embora eu me canse de paisagens elas sempre seduzem, principalmente fontes e águas, que trazem sensação de tranquilidade e paz.

Cidade de Giz é um curta metragem que é uma adaptação da poesia de Cecília Meireles, este curta metragem fala sobre o papel da educação,que é fundamental enxergar o seu papel como algo fundamental e transformador.

O essencial é invisível aos olhos só se vê bem com o coração
Houve um tempo em que minha janela se abria

sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meireles

Poesias de Fernando Smith

 Dois lançamentos, Eclipse uma coletânea de poesias e Trama que inclui algumas crônicas e poesias.

 

 

Além do Arco-iris

Há um lugar onde a felicidade pode ser alcançada.
Um lugar distante mas que podemos chegar através do sonho.
É um lugar mágico cheio de cor e fantasia.
Como uma estrada além do arco-ris.
Como na canção de Harold Arlen.
Um lugar onde não há limite para nossa imaginação.
Onde o céu é mais azul, e as nuvens são como algodão.
E e penso comigo mesmo, Que mundo maravilhoso!
Como cantou Louis Armstrong…
Que mundo maravilhoso!
Às vezes parece que estes mundos só existem nas canções.
Mas as cores do arco-iris estão na face dos quem sonham.
Eles tem um olhar como se vislumbrassem outros mundos.
E como se tivessem aprendido lições do universo.
Como um pequeno príncipe viajante das estrelas.
Do grande escritor Antoine de Saint Exupery.
Não, não pensem que os sonhos e a felicidade não podem ser alcançados.
E que eles não existem.
Não, não, eles existem sim, dentro de cada um de nós.
Os sonhos estão todos no coração de Deus.
E todos que se permitem sonhar enxergam…
Por alguns instantes.
Com os olhos e com a mente de Deus.
Então escrevem livros e compõem músicas que nos emocionam.
E que nos fazem sonhar também.

 

Depois de toda esta euforia sobre o fim do mundo fiquei a pensar,bom o mundo não acabou e eu na verdade nem acreditava que realmente acabaria, mesmo assim vivemos a expectativa e sensação que poderia ter acabado.

Mas depois disto eu parei pra pensar sobre meus fins de mundo,daqueles dias que sentimos como se não  fossemos sobreviver ao dia  seguinte, vamos dormir e pensamos “meu mundo acabou” chegou ao fim.

Tantas experiências não já passamos, cada um de nós já tivemos momentos difíceis no qual pensamos que era o fim, que não iriamos sobreviver a mais um fim do mundo.

Amores que perdemos, pessoas que partiram, amigos que nos traíram,perdas que sofremos,cada um sabe bem qual foi seu fim do mundo e  quanto foi difícil passar por ele.

Não nos preparamos para o fim, não armazenamos nada para depois do fim podermos reconstruir o nosso mundo, plantar nossas sementes e  reedificar nosso planeta.

Mas por incrível que pareça percebemos no dia seguinte que o mundo não acabou,e que não eramos tão frágeis assim,admitimos as perdas,dizemos adeus aqueles que não quiseram caminhar conosco,bebemos nossas lágrimas para aplacar a sede,e voltamos a acreditar nos nossos sonhos.

Diziam que haveria três dias e três noites de escuridão,mas já tivemos nossas várias noites de escuridão, como diz aquela música, um total eclipse of the heart ,enfrentamos nossos medos e nossos terremotos, nossos tsunamys, tempestades e furacões da vida, e sobrevivemos.

Acho que cada um de nós possui um abrigo subterrâneo , um lugar secreto no qual nos refugiamos quando tudo parece desmoronar e depois que tudo passa saímos pra fora como sobreviventes do fim do mundo.

Ray Ferrer - Emotion on Canvas

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